BALDIO
© João Quirino
Cosmonauta e serpente; ser mitológico e pós-apocalíptico. Duas mulheres transmutam-se noutros corpos. Duas jogadoras, quiçá concorrentes, tateiam o espaço para procurar entender a escala do que está ao alcance da mão — essa mão que amanha a terra, que acarinha, que brinca, que extrai , que prepara a fogueira e convida a sentar em redor.
À velocidade da linguagem, atrizes e público atravessam um vórtice de referências que compõem o mosaico da paisagem contemporânea e do programa extrativista — do mercado da informação à corrida à mineração espacial, passando pela manipulação genética de seres, sem esquecer o burnout.
Juntas, dançando, cantando, contando, vão gerando e gerindo o fogo. Sem fôlego e aos papeis, podem até esquecer-se de como ali chegaram e recuperar sentidos enquanto nos segredam e chamam para perto.
Com uma narrativa não linear, Baldio é um espetáculo sobre a voracidade do fazer contemporâneo e o desejo de agitar ideias para a vida que temos em comum — o paraíso é aqui?!
A pesquisa, escrita e construção de Baldio fez-se a partir de duas residências de criação: uma primeira, realizada de 6 a 9 de Setembro, no Campo do Gerês, em colaboração com a Associação Cultural Rural Vivo; e uma segunda, de 20 a 24 de Outubro, na OSSO Coletivo (Caldas da Rainha).
À velocidade da linguagem, atrizes e público atravessam um vórtice de referências que compõem o mosaico da paisagem contemporânea e do programa extrativista — do mercado da informação à corrida à mineração espacial, passando pela manipulação genética de seres, sem esquecer o burnout.
Juntas, dançando, cantando, contando, vão gerando e gerindo o fogo. Sem fôlego e aos papeis, podem até esquecer-se de como ali chegaram e recuperar sentidos enquanto nos segredam e chamam para perto.
Com uma narrativa não linear, Baldio é um espetáculo sobre a voracidade do fazer contemporâneo e o desejo de agitar ideias para a vida que temos em comum — o paraíso é aqui?!
A pesquisa, escrita e construção de Baldio fez-se a partir de duas residências de criação: uma primeira, realizada de 6 a 9 de Setembro, no Campo do Gerês, em colaboração com a Associação Cultural Rural Vivo; e uma segunda, de 20 a 24 de Outubro, na OSSO Coletivo (Caldas da Rainha).
Ficha Técnica
Direção Artística
Catarina Lacerda
Dramaturgia
Catarina Lacerda
Malu Vilas Boas
Acompanhamento à Escrita Dramatúrgica
Lígia Soares
Interpretação
Catarina Lacerda, Malu Vilas Boas e Rodrigo Malvar
Sonoplastia
Rodrigo Malvar
Dispositivo Cénico
Fernando Almeida
Desenho de Luz
Cárin Geada
Direção de Produção
Paula Silva
Produção Executiva
Ana de Sousa Vieira
Catarina Lacerda
Dramaturgia
Catarina Lacerda
Malu Vilas Boas
Acompanhamento à Escrita Dramatúrgica
Lígia Soares
Interpretação
Catarina Lacerda, Malu Vilas Boas e Rodrigo Malvar
Sonoplastia
Rodrigo Malvar
Dispositivo Cénico
Fernando Almeida
Desenho de Luz
Cárin Geada
Direção de Produção
Paula Silva
Produção Executiva
Ana de Sousa Vieira
Design Gráfico
Sérgio Couto
Fotografia e vídeo
Miguel F.
Comunicação
Ana Rita Marreiros
Criação
Teatro do Frio
Co-produção
Culturgest
No âmbito do programa "Isto não é um cubo" da RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, desenvolvido em coprogramação pelo Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel), pela Culturgest (Lisboa) e pela Pó de Vir a Ser (Évora).
Apoio a residências
Associação Rural Vivo - Campo Gerês, Coletivo OSSO, crl – central elétrica
Agradecimentos
José Carlos Pires (Presidente da Associação dos Compartes do Monte do Campo do Gerês), Grupo de Teatro Comunitário do Campo do Gerês, Cantadeiras do Campo do Gerês e TEP - Teatro Experimental do Porto
Sérgio Couto
Fotografia e vídeo
Miguel F.
Comunicação
Ana Rita Marreiros
Criação
Teatro do Frio
Co-produção
Culturgest
No âmbito do programa "Isto não é um cubo" da RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, desenvolvido em coprogramação pelo Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel), pela Culturgest (Lisboa) e pela Pó de Vir a Ser (Évora).
Apoio a residências
Associação Rural Vivo - Campo Gerês, Coletivo OSSO, crl – central elétrica
Agradecimentos
José Carlos Pires (Presidente da Associação dos Compartes do Monte do Campo do Gerês), Grupo de Teatro Comunitário do Campo do Gerês, Cantadeiras do Campo do Gerês e TEP - Teatro Experimental do Porto
Residências, estreia, apresentações
28 Novembro de 2025
Sessão para escolas
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)
29 e 30 Novembro de 2025
Estreia
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)
Outubro e Novembro de 2025
crl — central elétrica, Porto
TEP, Porto
Outubro de 2025
OSSO Coletivo, Caldas da Rainha
Setembro de 2025
Associação Cultural Rural Vivo, Campo do Gerês
Sessão para escolas
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)
29 e 30 Novembro de 2025
Estreia
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)
Outubro e Novembro de 2025
crl — central elétrica, Porto
TEP, Porto
Outubro de 2025
OSSO Coletivo, Caldas da Rainha
Setembro de 2025
Associação Cultural Rural Vivo, Campo do Gerês
Especificações técnicas
Duração: 60 minutos aprox.
Faixa etária: 12 anos
Rider som
Planta de Luz
Guião de Luz
Dossier de cenografia
Faixa etária: 12 anos
Vídeo integral do espetáculo
© João Quirino — Apresentação na Culturgest, Lisboa