BALDIO









©
João Quirino




Cosmonauta e serpente; ser mitológico e pós-apocalíptico. Duas mulheres transmutam-se noutros corpos.  Duas jogadoras, quiçá concorrentes, tateiam o espaço para procurar entender a escala do que está ao alcance da mão — essa mão que amanha a terra, que acarinha, que brinca,  que extrai , que prepara a fogueira e convida a sentar em redor. 
À velocidade da linguagem, atrizes e público atravessam um vórtice de referências que compõem o mosaico da paisagem contemporânea e do programa extrativista — do mercado da informação à corrida à mineração espacial, passando pela manipulação genética de seres, sem esquecer o burnout
Juntas, dançando, cantando, contando, vão gerando e gerindo o fogo. Sem fôlego e aos papeis, podem até esquecer-se de como ali chegaram e recuperar sentidos enquanto nos segredam e chamam para perto.
Com uma narrativa não linear, Baldio é um espetáculo sobre a voracidade do fazer contemporâneo e o desejo de agitar ideias para a vida que temos em comum — o paraíso é aqui?!


A pesquisa, escrita e construção de Baldio fez-se a partir de duas residências de criação: uma primeira, realizada de 6 a 9 de Setembro, no Campo do Gerês, em colaboração com a Associação Cultural Rural Vivo; e uma segunda, de 20 a 24 de Outubro, na OSSO Coletivo (Caldas da Rainha).

Ficha Técnica

Direção Artística 
Catarina Lacerda

Dramaturgia
Catarina Lacerda
Malu Vilas Boas

Acompanhamento à Escrita Dramatúrgica
Lígia Soares

Interpretação
Catarina Lacerda, Malu Vilas Boas e Rodrigo Malvar

Sonoplastia
Rodrigo Malvar

Dispositivo Cénico
Fernando Almeida

Desenho de Luz
Cárin Geada

Direção de Produção
Paula Silva

Produção Executiva
Ana de Sousa Vieira

Design Gráfico
Sérgio Couto

Fotografia e vídeo 
Miguel F.

Comunicação
Ana Rita Marreiros

Criação 
Teatro do Frio

Co-produção 
Culturgest
No âmbito do programa "Isto não é um cubo" da RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, desenvolvido em coprogramação pelo Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel), pela Culturgest (Lisboa) e pela Pó de Vir a Ser (Évora). 

Apoio a residências
Associação Rural Vivo - Campo Gerês, Coletivo OSSO, crl – central elétrica

Agradecimentos
José Carlos Pires (Presidente da Associação dos Compartes do Monte do Campo do Gerês), Grupo de Teatro Comunitário do Campo do Gerês, Cantadeiras do Campo do Gerês e TEP - Teatro Experimental do Porto

Residências, estreia, apresentações 



28 Novembro de 2025
Sessão para escolas
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)

29 e 30 Novembro de 2025
Estreia
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)

Outubro e Novembro de 2025
crl — central elétrica, Porto
TEP, Porto

Outubro de 2025
OSSO Coletivo, Caldas da Rainha

Setembro de 2025
Associação Cultural Rural Vivo, Campo do Gerês




Especificações técnicas

Duração: 60 minutos aprox.
Faixa etária: 12 anos

Rider som
Planta de Luz
Guião de Luz
Dossier de cenografia






Vídeo integral do espetáculo





© João Quirino — Apresentação na Culturgest, Lisboa