BALDIO
© João Quirino
Cosmonauta e serpente, ser mitológico e pós-apocalíptico. Duas mulheres transmutam-se noutros corpos e, entre jogo e competição, exploram o que está ao alcance da mão: a terra que se trabalha, o corpo que se transforma, os recursos que se extraem.
À velocidade da linguagem, atrizes e público atravessam referências da paisagem contemporânea e do programa extrativista, da circulação da informação à mineração espacial, da manipulação genética ao burnout. Sem fôlego e aos papéis, podem até esquecer-se de como ali chegaram e recuperar sentidos enquanto nos segredam e chamam para perto.
BALDIO é um espectáculo sobre a voracidade do fazer contemporâneo e o desejo de agitar ideias para a vida que temos em comum. Cruza teatro, dança e música com literatura, filosofia e o movimento social das "comunidades de transição". Entrelaçando os domínios da criação e participação, revisita projetos do Teatro do Frio realizados entre 2021 e 2025 (Paraíso Bruto, Manifestações e Laboratórios do Encontro) e assume o espaço público como lugar de criação, participação e reflexão.
À velocidade da linguagem, atrizes e público atravessam referências da paisagem contemporânea e do programa extrativista, da circulação da informação à mineração espacial, da manipulação genética ao burnout. Sem fôlego e aos papéis, podem até esquecer-se de como ali chegaram e recuperar sentidos enquanto nos segredam e chamam para perto.
BALDIO é um espectáculo sobre a voracidade do fazer contemporâneo e o desejo de agitar ideias para a vida que temos em comum. Cruza teatro, dança e música com literatura, filosofia e o movimento social das "comunidades de transição". Entrelaçando os domínios da criação e participação, revisita projetos do Teatro do Frio realizados entre 2021 e 2025 (Paraíso Bruto, Manifestações e Laboratórios do Encontro) e assume o espaço público como lugar de criação, participação e reflexão.
Ficha Técnica
Catarina Lacerda
Dramaturgia
Catarina Lacerda
Malu Vilas Boas
Acompanhamento à Escrita Dramatúrgica
Lígia Soares
Interpretação
Catarina Lacerda, Malu Vilas Boas e Rodrigo Malvar
Sonoplastia
Rodrigo Malvar
Dispositivo Cénico
Fernando Almeida
Desenho de Luz
Cárin Geada
Produção
Ana de Sousa Vieira
Design Gráfico
Sérgio Couto
Registo de Vídeo
Miguel F.
Miguel F.
João Quirino
Beatriz Pequeno (Culturgest)
Comunicação
Sara Cunha
Criação
Teatro do Frio
Co-produção
Culturgest
No âmbito do programa "Isto não é um cubo" da RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, desenvolvido em coprogramação pelo Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel), pela Culturgest (Lisboa) e pela Pó de Vir a Ser (Évora).
Apoio a residências
Associação Rural Vivo - Campo Gerês, Coletivo OSSO, crl – central elétrica
Agradecimentos
José Carlos Pires (Presidente da Associação dos Compartes do Monte do Campo do Gerês), Grupo de Teatro Comunitário do Campo do Gerês, Cantadeiras do Campo do Gerês e TEP - Teatro Experimental do Porto
Residências, estreia e apresentações
Sessão para escolas
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)
29 e 30 Novembro de 2025
Estreia
Culturgest, Lisboa
(Pequeno Auditório)
Outubro e Novembro de 2025
crl — central elétrica, Porto
Outubro de 2025
Residência na OSSO Coletivo,
Caldas da Rainha
Setembro de 2025
Residência na Associação Cultural Rural Vivo,
Campo do Gerês
© João Quirino — Culturgest, Lisboa
A criação de Baldio ancorou-se em duas residências de escrita e pesquisa, que serviram para dar corpo às ideias e texto do espetáculo. As mesmas tiveram lugar no Campo do Gerês e nas Caldas da Rainha e focaram-se, numa parte mais de ação no terreno, sobre o conhecimento de quem faz a gestão dos baldios e formatos de comunicação em linha com as dinâmicas e realidades do território e, numa parte mais conceptual, sobre a construção do dispositivo cénico e imagem gráfica.